Crianças invisíveis
Este é um trabalho de conjunto que juntou produtores italianos, a UNICEF, o Programa Alimentar Mundial e um grupo de realizadores à volta de um manifesto de apoio a crianças em vários pontos do planeta, entre os quais Brasil, China, Sérvia, e Estados Unidos da América.
Os filmes, sobre crianças que lidam todos os dias com as maiores atrocidades, assinados por realizadores de renome.
Musical - Lea Salonga and Claire Moore - I Still Believe
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Medhi Charef (África do Sul), Emir Kusturica (Sérvia - Montenegro), Spike Lee (Estados
Unidos), Katia Lund (Brasil), Jordan Scott e Ridley Scott (Inglaterra), Stefano Veneruso (Itália) e John Woo (China). Cada um, com uma história diferente para contar, relata a frágil situação das crianças, em várias partes do mundo.Tanza, Ciro, Uros, Bilu, João e Song Song são alguns dos jovens protagonistas do filme. As suas histórias, falam em nome de milhões de crianças que não têm direito a um nome ou a um rosto: histórias de violação dos direitos humanos, má nutrição e pobreza, mas também de crianças que anseiam por um futuro melhor, mesmo sendo trabalhadores ilegais, crianças forçadas a entrarem nas guerras dos adultos ou jovens vítimas da epidemia da SIDA.
O filme dá voz a essas crianças, tornando-as visíveis e, ao mesmo tempo, comunicando os seus sentimentos e histórias na primeira pessoa. Todas estas diferentes histórias se referem a problemas actuais das crianças.
O filme ilustra, de maneira expressiva, a capacidade que as crianças têm para enfrentar, com esperança e força, até as situações mais difíceis.
Milhões de crianças são privadas dos seus direitos pela exploração e pela guerra. Três milhões de crianças em todo o mundo passam fome. Mais de 100 milhões nunca frequentaram uma escola.
«CRIANÇAS INVISÍVEIS» é um filme inteiramente dedicado a essas crianças.












